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O mito da “modernidade”

A ideia de modernidade é difícil de definir. Para alguns, a «modernidade» supõe um comportamento cultural que aproveita os avanços...

A ideia de modernidade é difícil de definir. Para alguns, a «modernidade» supõe um comportamento cultural que aproveita os avanços tecnológicos para viver e se relacionar con os outros dum modo «novo», em substituição das maneiras «pre-modernas» ou «tradicionais». Bruce Lawrence define modernidade como «um recente reportório, um novo índice da vida humana que a crescente burocratização e racionalização, bem como as capacidades técnicas e a impensável mudança global na era pre-moderna, antes de mais, deram forma». Na opinião de outros, a modernidade sempre implica, de uma maneira ou de outra, ocidentalização, pelo que esta denominação se converteu numa palavra chave nos seus escritos. Para pensadores como Samuel Huntington, cujo artigo e livro sobre um possível « choque de civilizações» exprime o pensamento de muitos responsáveis políticos ocidentais, a civilização ocidental descansa nos principios do «individualismo, liberalismo, constitucionalismo, direitos humanos, igualdade, liberdade, administração da lei, democracia, economía de mercado e a separação entre Igreja e Estado». Os que estão fortemente convencidos destes princípios frequentemente se imaginam como os defensores duma missão que brindará um entendimento esclarecedor da vida aos que ainda se encontram presos no atraso, na superstição e no obscurantismo.

Esses princípios, que tiveram a sua origem nas perspectivas e opiniões dos filósofos europeus dos séculos XVIII e XIX, comprenden en conjunto una ideología o un sistema de creencias a veces denominado «modernismo». La forma de vida propuesta por el modernismo cuestiona los derechos absolutos de la autoridad religiosa y la expresión pública de los principios éticos y de la creencia que provienen de las religiones y ofrece en su lugar «la búsqueda de la autonomía individual conducida por un grupo de valores socialmente codificados que hacen hincapié en el cambio en vez de la continuidad; en la cantidad en vez de la calidad; en la producción eficiente, el poder, y el beneficio en vez de la simpatía por los valores o vocaciones tradicionales, tanto en el ámbito público como en el privado. En este extremo utópico, se ensalza una estrategia económica, el capitalismo orientado al consumidor, como el medio más seguro de lograr el progreso tecnológico que también eliminará el descontento social y la incomodidad física».”

 

Thomas Michel , 10 de junho de 2006

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